Sabe aquelas rodinhas que se formam no meio de colegas de escola, igreja ? Aquelas que parecem ter um sinal pendurado bem acima da roda, que diz: ‘Nós não aceitamos novas amizades?’ Pois é, eu sou do contra. Toda menina que faz parte dessas rodinhas já é desqualificada para ser uma potencial amizade minha. Não porque me acho melhor, mas porque não gosto mesmo.
Eu vejo por ai pessoas que são fofoqueiras, ou são todas frustradas, ou todas egoístas, ou são todas muito justas para as demais. Quando eu olho para isso, o meu sangue sobe para a cabeça e a vontade é de perguntar para elas se já haviam visto o que todas ali tem em comum!
Quando se cria uma roda de ‘amigas’, o que mais se fala nessa roda não interessa, e, pior, contamina. Eu sou privilegiada por tantas amigas com o mesmo espírito que eu e a mesma fé, e sempre quando nos encontramos em reuniões, sentamos todas juntas, praticamente o dia inteiro, só dividindo experiências e dicas para fazer mais para servir a Deus. É a coisa mais gostosa. Ninguém se sente constrangido com ninguém, ninguém faz comentários inapropriados de ninguém, e ninguém prefere ninguém. E quando aconteçe... logo cortamos! Todo o mundo respeita todo o mundo. Quando saímos dessas reuniões, que normalmente não duram mais que dois dias, saímos renovadas e abençoadas. O contrário destas rodas de ‘amigas’ que existem por aí…
Nessas rodas, há sempre aquela que manda e aquela que é a sua puxa-saco, também há aquela que sofre por não falar tanto como as demais. O que rola de assuntos sem nexo… E, o pior, quando vão embora, deixam mágoas umas nas outras.
A mulher inteligente não entra em rodinhas, não faz parte de panelinhas. Ela é amiga de todas, e quando está junto de suas amigas, acrescenta e não destrói.
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